
Quanto mais perto...
Mais me aperto...
Ao invés de sorrir...Deixo o convite de boas vindas se amassarem...
Mas por que?
Mas por que?
A partida com a promessa de volta...
Na volta sem a promessa de juntos.
Deitei em minha cama...
Em meu quarto trancado, escuro e abafado.
Deitei em minha cama!
Deitei em minha cama!
Esparramei em meu travesseiro...
Meus pensamentos, minhas idéias, minhas lembranças, minhas lágrimas e minhas
esperanças...
Desejei que o colchão me engolisse...
E que eu não existisse!
Mas ele não cedeu a essa maluquice.
E então fechei os olhos para que em um segundo o mundo sumisse.
Nada feito!
As pálpebras ao se fechar, empurraram os problemas à linha inferior de meus olhos.
Conclusão?
Escuridão.
E ainda entrega-me na frente de todos sem uma desculpa para solidão!
Todos os problemas ficaram impressos nas olheiras escuras em que eu carregava.
Para enfeitar os obstáculos...Que ainda estão na minha frente.
Para enfeitar os obstáculos...Que ainda estão na minha frente.
Sem direito a opções.
Como ainda estava parada.
Decido abrir meus olhos...
Pois antes isso.
Do que feito nada!

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