*Jéssica Martins*
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Estação ( Jéssica Martins)
Dançam com os corações amaldiçoados.
Juram que desta manha ninguém passara
Sem sua pena mais feliz:
“A dor de ser feliz” .
Não me importa se o verão
For o mais quente do ano,
Se a primavera trouxer-me todas as flores.
Pode vir o inverno mais rigoroso,
Cair neve em minha porta
Não me deixar sair.
O outono não tenho características a atribuir,
Junto com as folhas meu coração secou.
Que estação do ano é essa?
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Mente empoeirada. (Jéssica Martins)

Os jovens de hoje,
Os jovens do dia...
Os jovens do dia...
Suas cabeças cheias...
Suas páginas vazias.
Capa de couro.
A poeira cobria...
Capa de couro.
A poeira cobria...
Suas palavras disperças
que ninguém entendia.
Linha por linha...
Letra por letra.
Suas rimas não diziam:
-Poema ou poesia?
Uma estante gigante...Ou uma estante vazia?
Prefere muitos livros...
Ou uma folha já lhe basta?
Pena, papel, folha, tinta.
Palavras!
Parágrafo, estrofe, versos...
Aquela pagina não dizia.
O que você faz?
Faz o que fala,
Ou fala o que fez?
Falar, dizer, pronunciar, clamar...
Escrever!
Chuva. (Jéssica Martins)
E essa chuva que não para?Não para de cair
Não para de agir.
Cai na cabeça dos pobres.
Cai na cabeça dos insanos...
Cai na calçada.
Cai na terra...
Cai em todo o lugar.
Cai na minha mente,
Tão inconseqüente.
Cai tão sutil.
Cai tão versátil.
Cai nos meus sonhos,
Cai na minha porta.
Não me deixa em paz.
Molha minhas roupas,
Molha sua pele.
Refresca nosso beijo...
Acalma esse desejo.
Por que tão brusca o cair dessa chuva?
Porque tão agradável à sensação...
É o que refresca esse verão.
Tão arredia e presunçosa...
Ela é alegre ou maldosa?
Tudo depende desse seu coração.
Deixar o ar mais triste...
Ou o ar lhe fará mais apaixonado.
Tudo depende do cenário.
Ela cai trazendo o que você quiser...
Cada gota mesquinha,
Cada gota fria.
''Porque cada gota que cai da chuva é única e diferente...Mas cada uma sabe quem ela é realmente.''
Ausente. (Jéssica Martins)

A música da minha vida anda desafinando...
As melodias regidas pelo maestro estão todas atrapalhadas.
Tudo está certo...
Tudo está errado.
Tudo é tão sem sentido.
Sem valor atribuído.
Sem conversas paralelas...
Sem conversas paralelas...
Eu ando me perguntando...
Em que sintonia eu ando?
Em que sintonia eu ando?
Talvez nas cordas de um violino...
A não...Essa questão é vazia.
Cada momento...
Cada dia.
Um novo sentimento, uma nova fantasia.No momento minha vida anda com ausência de vida...
“Ausência de mim mesma.
Ausente da vida.
Ausente de sorte... Ausente...’’
É o que tem sido tudo até agora. O que quer mais que isso?
Talvez seja o torpor voltando a dar boas vindas.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Sem titulo (Jéssica Martins e Andressa Rabelo)

Pois é,um ano e um mes de amizade!
Mas oque isso representa?
Nada! Não mesmo...
Sério.
Eu não posso te perdoar em nada...
Nem mesmo essa sua mania cretina em cada dia
ganhar-me cada vez mais.
É impossivél...
Compartilhar das minhas:
-Dores,esperanças,lágrimas,
desesperos,alegrias,chamegos,idéias.
Sorrisos!
Um dos meus infernos astrais,
É não poder expressar-me com a voz.
E ja com um simples pedacinho pedaço de papel...
Qualquer um.
Um misero guardanapo...O tranformo em nada!
Apenas escrevo palavras bonitas ou talvez despresiveis.
Mas não posso lhe mostrar oque sou como me sinto ou algo assim..
Mas nossa amizade...
Me da tudo oque eu preciso!
Não você é a pessoa que desceu até o poço escuro e me estendeu a mão e apenas disse:
''La em cima há uma coisa que você vai adorar descobrir,não vou lhe dizer oque...Pois você o moldara''
(Pigas não?)...E dai?
Mas sim...Tem uma coisa na qual eu a perdou...
Se não fosse por sua carisma seu charme.
Sua alma repleta de luz.
O seu ser... Chamado por seu nome.
Eu não teria me conhecido como sou agora!
Mas o meu perdão é...''Mas ele apenas sorri e é absolvido''...(Jéssica Martins).
Mas mesmo assim depois de tudo isso oque passamos a amizade ainda não vale nada.
Não.
Oque comprara a amizade?Aonde posso acha-la?Em qual loja?
Não creio que ha um comércio.
Mas talvez o dia em que me deu um abraço no patio e molhou meu ombro com suas lagrimas...
Seja o dia em que eu tirei uma conclusão!
''Não tenho a amizade dela!
Tenho a adoravel pessoa com sorrizo de menina...
No qual todos o chamam de Andressa!
MINHA AMIGA ANDRESSA''SZ'
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Coragem Homem (Jéssica Martins)
Eu só quero ficar sem me moverFicar a toa, ao vento, ao relento..
Ficar aqui.
Numa boa!
Não quero olhar para cima.
Tapo meus olhos.
Não quero ver o que há ao meu redor.
Se eu olhar em volta.
Vou descobrir novos medos.
Novos amores,
Novas dores.
Então para de tentar me tocar.
Não sabe o que sua pela causa em contato com a minha?
Não posso deixar o céu azul e cheio de estrelas,
Se incendiar em um só beijo.
Não deixe que as roupas sejam as portas para o pecado.
Não deixe que eu encontre seus olhos.
Para de me abraçar...
Solte minhas mãos.
O que você sabe sobre ingratidão?
Você sabe que não precisamos nos magoar!
Tenha coragem homem.
Não sussurre em meus ouvidos...Palavras que seriam de um amigo.
Prove seu álibi.
E corra o mais rápido que puder.
Não deixe que o fogo te cubra.
Pois se esta pobre pólvora que aqui vos chora te encontrar.
Cairemos em um abismo de frenesi.
E então o amor cairá em desgosto.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
AGIR (Jéssica Martins)

Quanto mais perto...
Mais me aperto...
Ao invés de sorrir...Deixo o convite de boas vindas se amassarem...
Mas por que?
Mas por que?
A partida com a promessa de volta...
Na volta sem a promessa de juntos.
Deitei em minha cama...
Em meu quarto trancado, escuro e abafado.
Deitei em minha cama!
Deitei em minha cama!
Esparramei em meu travesseiro...
Meus pensamentos, minhas idéias, minhas lembranças, minhas lágrimas e minhas
esperanças...
Desejei que o colchão me engolisse...
E que eu não existisse!
Mas ele não cedeu a essa maluquice.
E então fechei os olhos para que em um segundo o mundo sumisse.
Nada feito!
As pálpebras ao se fechar, empurraram os problemas à linha inferior de meus olhos.
Conclusão?
Escuridão.
E ainda entrega-me na frente de todos sem uma desculpa para solidão!
Todos os problemas ficaram impressos nas olheiras escuras em que eu carregava.
Para enfeitar os obstáculos...Que ainda estão na minha frente.
Para enfeitar os obstáculos...Que ainda estão na minha frente.
Sem direito a opções.
Como ainda estava parada.
Decido abrir meus olhos...
Pois antes isso.
Do que feito nada!
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