
A estrada da verdade.
Homem o eleito de duas faces
Terna tuas duas mãos.
A gota que se espalha ao cair no chão,
Serenos traços e agindo com selvageria
Envolvidos por uma mensagem em branco...
Tentando disputar uma só linha...
É ameno o outono...
Ou viveras o triste inverno?
O santo atende tuas orações...
Em quanto meus olhos alimentavam os rios
Que desagua no seu oriente sem sol.
Homem o eleito de duas faces
Terna tuas duas mãos.
A gota que se espalha ao cair no chão,
Serenos traços e agindo com selvageria
Envolvidos por uma mensagem em branco...
Tentando disputar uma só linha...
É ameno o outono...
Ou viveras o triste inverno?
O santo atende tuas orações...
Em quanto meus olhos alimentavam os rios
Que desagua no seu oriente sem sol.
[...]
Existe?
Não existe a verdade.
Todos estão cegos “aceitando’’”.
Que batam palmas a nossos fracassos...
Que batam palmas a nossos descompassos...
Existe?
Não existe a verdade.
Todos estão cegos “aceitando’’”.
Que batam palmas a nossos fracassos...
Que batam palmas a nossos descompassos...
Não!
Sem sangue correndo pelas veias.
Sem pulmão que nos traga suspiros.
Em quanto não houver um coração que bata.
Em quanto não houver sentido.

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